Receber a distinção de Melhores Fornecedores RH na categoria Trabalho Temporário pelo terceiro ano consecutivo tem um significado particularmente relevante para nós, por resultar diretamente da avaliação dos clientes, que são o principal reflexo da qualidade do nosso trabalho no dia-a-dia.
A partilha é de Isabel Borges, Country Manager da Job&Talent powered by Multitempo, que também realça o índice global de 86,2 e um NPS (Net Promoter Score) de 71, ou seja, "o reconhecimento demonstra não só elevados níveis de satisfação, mas também uma forte predisposição para recomendação, um dos indicadores mais exigentes num setor como o nosso." Realça ainda "o facto de 66% das avaliações se situarem acima dos 80 pontos, o que evidencia a consistência na execução". Para a responsável, "mais do que um prémio, trata-se de um sinal claro de confiança que valida a capacidade de combinar escala, qualidade operacional e proximidade na relação com clientes e parceiros". E tudo assenta em três pilares: "Uma operação robusta e escalável, suportada por tecnologia com IA nativa, equipas experientes e próximas dos clientes e um modelo de acompanhamento contínuo, que garante transparência, rapidez e capacidade de adaptação". No fundo, sintetiza, "acaba por ser a combinação entre eficiência operacional e relação humana que sustenta este nível de reconhecimento, porque na empresa se acredita nas pessoas que fazem o mundo girar". Isabel Borges diz que "o setor do trabalho temporário tem evoluído de forma significativa, impulsionado principalmente pela digitalização, pela pressão sobre a rapidez de resposta e por uma maior exigência ao nível da transparência e da previsibilidade". E prossegue: "Hoje, os clientes procuram parceiros capazes de operar com escala, mas também com controlo, visibilidade e cumprimento rigoroso. Paralelamente, os profissionais valorizam cada vez mais experiências simples, comunicação clara e condições que permitam maior estabilidade, mesmo em contextos temporários. Esta evolução tem vindo a elevar o nível de exigência no setor e a diferenciar de forma mais clara os operadores. A concorrência deixou de ser apenas uma questão de preço ou capacidade comercial e passou a centrar-se na qualidade da execução, na tecnologia e na confiança gerada ao longo do tempo."
A Job&Talent powered by Multitempo procura "perfis alinhados com um mesmo princípio: a capacidade de ligar tecnologia, execução e proximidade ao cliente", diz a responsável. "Valoriza profissionais que operem na interseção entre sistemas, automação e dados, capazes de transformar tecnologia em processos reais, mais eficientes, escaláveis e consistentes. Esse racional aplica-se diretamente a todas as áreas, desde o recrutamento, onde a procura é por equipas com forte capacidade de execução e rapidez de resposta, mas também com maturidade para utilizar e otimizar ferramentas digitais, desafiando continuamente os próprios processos para garantir qualidade em contextos de volume." Já "na área comercial, esta lógica traduz-se em perfis capazes de ir além da venda tradicional, trabalhando com o cliente na construção de soluções integradas, com base na operação e suportadas por tecnologia, nomeadamente na integração de sistemas, automação e visibilidade de dados para gerar maior eficiência, controlo e previsibilidade", explica, sintetizando que, "no fundo, a empresa procura profissionais que consigam operar neste modelo híbrido, onde a tecnologia potencia a escala e a consistência e as pessoas asseguram a adaptação, a proximidade e a qualidade da decisão". Quanto ao futuro, acredita que "passará pela capacidade de continuar a combinar tecnologia e escala com qualidade, proximidade e eficiência". E acrescenta: "A tecnologia, nomeadamente a IA e a utilização de dados, continuará a ser um fator crítico, sobretudo na automação de processos, na melhoria da experiência e no aumento da previsibilidade das operações. No entanto, não é o único desafio. A gestão de talento, o enquadramento regulatório, a escassez de mão-de-obra em alguns setores-chave e a necessidade de garantir relações de trabalho cada vez mais equilibradas são igualmente determinantes. Irão liderar o setor as empresas que conseguirem integrar estes eixos de forma consistente, mantendo o equilíbrio entre inovação tecnológica e responsabilidade social.»
Artigo escrito por Isabel Borges e publicado na versão física da revista Human


